MINISTROS EXTRAORDINÁRIOS DA COMUNHÃO

O Ministro Extraordinário da Comunhão é alguém, escolhido pela Comunidade, e devidamente nomeado pelo Senhor Bispo que presta um serviço extraordinário, auxiliar, conforme as necessidades, nomeadamente na através da distribuição da Comunhão aos fiéis, nas celebrações, bem como distribuí-la aos irmãos doentes.
Este serviço traduz um gesto especial de bondade da Igreja para que ninguém, fique privado do banquete eucarístico.
Trata-se, portanto de um serviço extraordinário, não permanente nem vitalício.
Apesar da sua utilidade e necessidade, nunca percamos de vista de que se trata de um serviço extraordinário e quando o mesmo é requerido e para bem do povo de Deus.
Compete ao Ministro Extraordinário da Comunhão a distribuição da Comunhão aos fiéis, nas celebrações, quando necessário, bem como distribuí-la aos irmãos doentes que não podem participar na Eucaristia.
O Ministro Extraordinário da Comunhão, antes de mais, deve cultivar uma participação autêntica na celebração da Eucaristia: não basta estar fisicamente presente na Eucaristia!
A atenção da fé em prol de uma união de caridade mais forte com Jesus, deve focar-se sobretudo nos três momentos chave da missa:
- Na escuta da Palavra para o crescimento da fé;
- Na oferta de Cristo, do seu sacrifício e de nós próprios durante a oração eucarística;
- Na comunhão como participação plena no sacrifício, comunhão com Cristo e Comunhão com todos os irmãos.
É necessário que toda a vida gravite em torno da Eucaristia para que, a partir desta se adquira a força de viver o amor. Viver a Eucaristia significa viver a caridade nas suas duas dimensões inseparáveis: para com Deus e para com os irmãos, até atingir a unidade.
Diferente do Ministro Extraordinário da Comunhão é o Acólito Instituído.
Enquanto o Ministro Extraordinário da Comunhão é nomeado por um determinado prazo (3 anos), que pode ser renovado, o Acólito é Instituído, daí ser um serviço "vitalício", a não ser que perca as faculdades ou as condições para tal!
Para além de poder preparar o altar, distribuir a Sagrada Comunhão, pode expor o Santíssimo Sacramento à adoração dos fiéis e proceder à sua reposição, não podendo dar a bênção sacramental. Também exercem funções do altar.
Os Acólitos Instituídos têm prioridade sobre os Ministros Extraordinários da Comunhão e, segundo as orientações da Igreja, deverão ser eles, se estão presentes, a irem ao Sacrário buscar e levar a Santíssima Reserva.
Apesar desta orientação, na nossa Paróquia, daremos também possibilidade a todos os Ministros de prestarem este serviço.
Os nossos Ministros Extraordinários da Comunhão
Filipe José Paulo Vaz (Coordenador do Grupo de Ministros da nossa Paróquia)
Rui Manuel Furtado Ferreira de Almeida (Leitor e Acólito Instituído)
Guilherme Joaquim de Medeiros de Frias
Carlos Fernando Borges Brum de Sousa
Teresa da Piedade Sampaio Pacheco de Sousa
Maria Inês Maciel Ramos
André Filipe Andrade Pacheco
Rosa Maria Ponte Chalim Rebelo
Filipa Chalim Rebelo
Maria de Fátima da Silva Soares Fragata
José Francisco Tavares Lopes
Maria Rosa Pacheco Leite
José Carlos Rebelo
Manuel Sousa Medeiros Massa
Maria de Fátima Couto Sousa Massa
Roberto Alfredo Moniz Rodrigues
QUESTÕES PRÁTICAS

Os Ministros Extraordinários da Comunhão estão para servir a Comunidade, mas devemos sempre primar por um serviço de excelência e, sobretudo, de dignidade dado estarmos a lidar com o que existe de mais Sagrado: Jesus Eucaristia.
Assim, deixa-se algumas indicações práticas para bem e melhor servirmos.
- Quem vai buscar a Sagrada Reserva ao Sacrário deverá fazê-lo durante o "Pai Nosso" nunca passando com o Santíssimo por trás do sacerdote;
- Para que todos possam ir ao Sacrário, no mapa de serviço estará indicado quem, em cada celebração, vai ao Sacrário buscar e repor a Santa Reserva.
- A porta do Sacrário não deverá ficar "escancarada" quando se vai buscar a Sagrada Reserva: deve ficar encostada.
- Os Ministros designados para cada Eucaristia só deverão ir para junto do altar durante o "Cordeiro de Deus", colocando-se alinhadamente na lateral do altar;
- Cada um deverá já saber, de antemão qual a sua posição na distribuição da Sagrada Comunhão. Esta informação virá nos "mapas de serviço";
- Após comungarem e receberem a patena deverão dirigir-se para o local destinado com tranquilidade, serenidade e calma. Não há necessidade de pressas! Convém cobrir a patena com uma das mãos;
- Nunca andar com a Partícula Sagrada na mão, muito menos no ar: apenas se retira a partícula da patena quando estamos diante do comungante:
- Caso caia alguma partícula no chão, o Ministro deve juntá-la e, ou comunga ou, se houver, colocá-la na patena segurada por um acólito (vamos providenciar isso), mas nunca dar a comungar ao comungante;
- Não podemos negar a comunhão a quem a deseje receber na boca!
- Ter sempre atenção e verificar se a pessoa comunga a partícula: não devemos deixar as pessoas andarem com as partículas na mão!
- Depois de terminarem a distribuição da Comunhão no local destinado, devem dirigir-se logo para o altar, colocando a patena sobre o altar e, dentro do possível, fazer uma genuflexão, e aguardar a chegada de todos os outros ministros na lateral do altar (como no início).
- Nunca andar às voltas à "procura" de comungantes;
- Só deverão retirar-se do altar quando a quem for repor o Santíssimo já estiver na Capela do Santíssimo.
Atenção: Há pessoas que não aceitam (ainda) receber a Comunhão das mãos dos leigos, apenas dos padres. Temos de as respeitar!
